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O bebê não engatinha, mas tenta ficar em pé — será que é normal?

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O bebê não engatinha, mas tenta ficar em pé — será que é normal?

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Revisão médica pela pediatra Polina Kizino

Engatinhar é importante, mas não essencial. Alguns bebês tentam ficar em pé antes de engatinhar. Se o bebê está ativo, senta bem e apoia os pés, isso geralmente é normal. Sinais de alerta: falta de energia, assimetria corporal ou ausência total de interesse em se mover. Em caso de dúvida, procure o pediatra.

Informações úteis

  • Engatinhar é importante, mas não essencial.
  • Alguns bebês começam a se levantar antes de engatinhar.
  • Se o bebê é ativo, senta bem, sustenta o peso nas pernas e se levanta, geralmente é normal.
  • Sinais de alerta incluem moleza, falta de interesse por se mover ou apoiar o peso e assimetrias corporais.
  • Em caso de dúvida, consulte um pediatra ou neurologista.

Por que isso acontece

Em média, os bebês começam a engatinhar entre 6 e 10 meses. Mas isso não é uma regra rígida. Alguns bebês:

  • Movem-se de outras maneiras — por exemplo, rastejando com a barriga ou deslizando de bumbum para trás.
  • Preferem tentar ficar em pé diretamente, pulando a fase do engatinhar.

Isso pode ser influenciado por fatores individuais como tônus muscular, estrutura corporal, temperamento ou até o ambiente em casa (como ver adultos em pé com frequência, o que motiva a ficar de pé).

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Importante: se a criança está se desenvolvendo bem no geral — senta, sustenta peso, interage — a ausência do engatinhar clássico não é motivo para pânico.

Quando se preocupar

Embora não engatinhar nem sempre seja um problema, pode indicar atraso motor ou questões associadas a tônus muscular. Procure um especialista se:

  • Aos 9–10 meses o bebê não engatinha nem tenta ficar em pé.
  • Não consegue sentar sem apoio.
  • Não se apoia com os braços nem sustenta peso nas pernas.
  • Usa sempre o mesmo lado do corpo (por exemplo, só levanta uma mão).
  • Os movimentos são muito assimétricos ou o bebê parece mole.
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Dica: se houver dúvidas, é melhor falar com o pediatra ou neurologista infantil. Eles irão avaliar as habilidades motoras com escalas como GMFCS ou AIMS e indicar algum tipo de acompanhamento ou apoio, se necessário.

O que fazer em casa

Para apoiar o desenvolvimento natural:

  • Crie um espaço seguro para o bebê se movimentar livremente.
  • Use brinquedos motivadores — coloque-os um pouco fora do alcance.
  • Deixe o bebê explorar o chão; evite andadores e cadeirinhas do tipo “jumper”.
  • Brinque com ele no chão para estimular os movimentos de braços e pernas.
  • Apoie as tentativas de ficar em pé — ofereça uma superfície estável e fique por perto.

Perguntas frequentes sobre um bebê que não engatinha mas tenta ficar de pé

É normal o bebê não gatinhar mas tentar levantar-se?

Sim, pode ser uma variação normal do desenvolvimento. Alguns bebés começam a puxar-se para ficar de pé antes de gatinhar, e isso não é considerado um problema. Aos 9–10 meses, muitos bebés já tentam ficar em pé e mover-se junto aos móveis. O importante é que o bebé esteja ativo e a desenvolver novas habilidades.

Por que o bebê tenta ficar de pé em vez de gatinhar?

Isso geralmente depende de diferenças individuais no desenvolvimento. Alguns bebés pulam o gatinhar clássico e vão direto para a posição vertical. Isso depende do tónus muscular, estrutura corporal, temperamento e ambiente. Se o bebé é ativo e tenta levantar-se, isso costuma ser normal.

Quando a falta de gatinhar pode ser preocupante?

Deve-se procurar um médico se aos 9–10 meses o bebé não tenta gatinhar nem ficar de pé, não consegue sentar sem apoio, não apoia peso nas pernas ou usa apenas um lado do corpo. Falta de interesse em movimento também pode ser um sinal de alerta.

O que os pais podem fazer para ajudar?

Ofereça um espaço seguro no chão e permita liberdade de movimento. Coloque brinquedos ligeiramente fora do alcance para incentivar o movimento. Apoie as tentativas de ficar de pé e evite equipamentos como andarilhos ou saltadores. O tempo no chão ajuda o desenvolvimento natural.

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Com carinho para você
Nossos conteúdos foram elaborados de acordo com a medicina baseada em evidências e contaram com a revisão de pediatras. No entanto, eles não substituem uma consulta médica. Cada criança tem suas particularidades — em caso de dúvidas, procure um profissional de saúde.

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